7 passos para melhorar a tomada de decisão nas organizações

Melhorar a tomada de decisão é a principal responsabilidade de um gestor. Veja passo a passo como melhorar a forma de tomar decisões importantes.

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tomada de decisão

Ao longo do dia, um adulto comum toma cerca de 35 mil decisões. Muitas escolhas ocorrem no ambiente de trabalho e podem determinar o sucesso do negócio. Por essa razão, é crucial saber como melhorar a tomada de decisão nas organizações.

Ter uma visão sistêmica e baseada em indicadores sérios é um bom começo. Além disso, é interessante ter objetivos claros, pois, desse modo, todas as escolhas podem seguir uma única direção. O intuito é aumentar o número de acertos continuamente.

Nos próximos tópicos, vamos explicar 7 passos para melhorar a toma de decisão nas organizações. Continue a leitura e prepare-se para incorporá-los à sua gestão.

1. Tenha boas métricas e indicadores de desempenho

Boas escolhas não são fruto de sorte ou acaso, mas de um processo específico. O primeiro passo é ter uma visão mais sistêmica, isto é, completa sobre o que está acontecendo dentro da organização. Logo, indicadores e métricas podem ser ótimos aliados.

Para ficar claro, esses indicadores funcionam como uma espécie de termômetro e apontam o que vai bem e o que precisa de ajustes. A lucratividade da firma, a satisfação dos clientes e a assiduidade dos empregados, por exemplo, são ótimos indicadores.

Se for tomar uma decisão importante, como abrir uma filial, demitir um funcionário ou investir em um novo programa de treinamento, aproveite para conhecer os atuais resultados. Desse modo, terá uma visão mais completa e uma chance maior de acerto.

2. Conheça bem os objetivos e metas do empreendimento

Boas decisões devem estar alinhadas aos interesses do negócio. Se suas escolhas estão na contramão das metas ou objetivos, algo está errado. Por esse motivo, o segundo passo é conhecer as perspectivas futuras da empresa. Para onde todos deverão seguir?

Para ficar claro, imagine o seguinte exemplo: aumentar os preços de venda enquanto o objetivo genérico é obter uma maior participação no mercado. Não é algo coerente — a menos que seus preços estejam realmente defasados — e pode prejudicar o objetivo.

De certa forma, isso também depende da elaboração de bons objetivos. Eles devem contar com 5 principais características: específicos, mensuráveis, relevantes, alcançáveis e com tempo um bem-definido — esse padrão é conhecido como SMART.

3. Evite decidir “no calor do momento”

A impulsividade é um risco às boas decisões. Alguns gestores pensam pouco sobre determinados assuntos e acabam escolhendo errado. Há vários motivos para isso, como, por exemplo, a sobrecarga de trabalho ou o perfil comportamental do administrador.

Por essa razão, para as decisões mais importantes, busque por um prazo razoável para refletir. Analise a situação de três formas: otimista, pessimista e neutra, depois decida o que é melhor. Ao pensar um pouco, terá mais segurança e diminuirá as possibilidades de cometer equívocos.

Se a impulsividade estiver ligada ao perfil comportamental, é interessante participar de treinamentos comportamentais. É comum que certas competências, como o pensamento estratégico, sejam estudadas e desenvolvidas ao longo desses programas.

4. Aprenda a delegar mais decisões

Como visto, a sobrecarga é um problema. Alguns gestores pensam que o caminho para boas escolhas é centralizar as decisões, quando o mais interessante é distribuí-las. Ao fazer isso, haverá mais saúde mental, um time participativo e acerto no que é feito.

Então, descentralize. Deixe que os supervisores e coordenadores tomem as decisões de segundo grau e que os demais colaboradores tomem decisões por conta própria. Lembre-se de que não está contratando apenas músculos, mas também mentes e corações.

Isso não significa que você não vai decidir muita coisa, mas que seus subordinados terão papel mais ativo. Há outros benefícios relacionados à descentralização, como o aumento do entusiasmo e participação e inovação ao longo do expediente de trabalho.

5. Lembre-se de que “muitas cabeças pensam melhor que uma”

O ditado popular é verdadeiro. Ao envolver profissionais talentosos e perspicazes nas decisões mais importantes, as chances de acerto serão maiores. Não por acaso, as maiores companhias do mundo contam com conselhos ou cúpulas compostas por especialistas de diferentes áreas. Outras organizações fazem reuniões de brainstorming com especialistas de fora da empresa para ter uma visão distinta.

Mesmo com um orçamento “apertado”, é possível criar um conselho. Reúna os profissionais mais habilidosos e com conhecimentos distintos. Leve as decisões mais importantes para a discussão, deixe que todos falem e atente-se às ideias que serão propostas.

6. Olhe para as oportunidades e ameaças do mercado

Por vezes, boas escolhas pendem do que acontece fora do trabalho. É preciso olhar para o mercado, avaliar o que está acontecendo e só depois decidir. O dinamismo do ambiente externo influencia no êxito das escolhas e de toda a organização.

Imagine que esteja pensando em iniciar um programa de capacitação. Ao olhar para o mercado, notará que 61% dos empregadores brasileiros têm dificuldades para contratar mão de obra qualificada. Logo, desenvolver os próprios talentos é uma ótima tática.

Olhe para o ambiente externo em busca de oportunidades ou ameaças que possam influenciar no sucesso ou fracasso da sua escolha. Assim, terá uma visão mais nítida e completa, pois poderá identificar determinados padrões fora do local de trabalho.

7. Confie na sua própria intuição

Pode até ser paradoxal, mas o gestor também deve confiar em sua intuição. Algumas vezes, mesmo quando tudo indica o contrário, o líder tem a convicção de que vai dar certo. Nesses casos, arriscar é uma boa escolha e pode trazer grandes resultados.

O problema é que a intuição aguçada é lapidada com o tempo, após muitos erros e acertos. Se já tem essa intuição, ótimo, aproveite-a. Se ainda não tem, comece a lapidá-la nas decisões menos importantes, com pouco impacto à organização.

Como pôde observar, a correta tomada de decisão nas organizações pressupõe um processo. Você deve levar em consideração o que acontece dentro e fora da empresa, bem como o senso comum do time e sua intuição. Pequenas mudanças, como delegar mais decisões aos subordinados, também são poderosas aliadas ao acerto.

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