Feedback: Definição, Utilidade, Como Dar, Tipos e Exemplos

Saiba o que é feedback, sua tradução e conceito. Veja também qual é a importância, os tipos, modelos e exemplos de feedback positivo.

Escrito por:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
feeedback

feedback é uma das grandes ferramentas de comunicação dentro de uma empresa. Com grande potencial construtivo, ele se aplica a diferentes situações, buscando sempre ter efeitos positivos. Acontece que nem todos estão cientes da sua importância ou sabem como utilizá-lo.

O feedback se trata, basicamente, de um retorno a respeito de um desempenho profissional. Ele deve se basear em argumentos e fatos sólidos e objetivos, para contribuir com o crescimento e com o aprendizado.

Nos tópicos a seguir, você vai conhecer melhor sua importância, seu funcionamento e suas modalidades. Continue lendo para tirar suas dúvidas!

Qual é a importância do feedback?

É comum as pessoas terem uma impressão negativa ao encontrarem a expressão “feedback”. Isso porque ela ainda é muito associada a críticas e repreensão. Portanto, é importante, em primeiro lugar, desconstruirmos essa imagem.

Um feedback correto, digno de ser levado em conta, precisa ser respeitoso, não conter nada de caráter ofensivo ou depreciativo, além de se referir especificamente a questões de desempenho profissional.

É para esse tipo de retorno que estamos chamando atenção aqui. Ele tem muito a contribuir, não apenas para a empresa, mas para a carreira de quem o recebe. Afinal, essa é uma maneira de se apontar um caminho melhor e mais vantajoso.

Todos cometemos erros em nosso trabalho — isso é natural e acontece em qualquer tipo de cargo, independentemente do tempo de experiência ou de outros fatores. Nesse sentido, o feedback é, simplesmente, uma maneira de descobrirmos esses erros e investirmos em um caminho melhor. Desse modo, nosso desempenho na empresa se desenvolve, nossos resultados melhoram e adquirimos mais conhecimento para a vida profissional.

Vale ressaltar, ainda, que em uma cultura de feedback apropriada, não são ressaltadas apenas as falhas. Existem também os retornos positivos, que são de extrema importância, como veremos mais adiante. Nesse sentido, o feedback é um instrumento ideal até mesmo para reconhecer e valorizar os colaboradores, sendo uma forma de incentivo e de motivação.

Quais são os tipos de feedback?

Existem três modalidades principais de feedback para conhecer: a construtiva, a positiva e a negativa. Vamos explicar sobre cada uma delas a seguir.

Feedback positivo

Trata-se de uma forma de valorizar um colaborador ou uma equipe, mostrando reconhecimento por um determinado desempenho ou comportamento. Quando alguém demonstra uma boa atitude diante de uma situação, cumpre uma meta ou tem qualquer outra ação favorável, é importante parabenizá-lo, apontar como isso foi positivo e agradecer, por exemplo.

O feedback positivo é muito importante para a satisfação dos times. Quando ele não é praticado, os profissionais se sentem desmotivados e pensam que a empresa não lhes dá o devido valor, o que prejudica o seu engajamento. Por outro lado, quando esse modelo faz parte da sua cultura organizacional, fica mais fácil manter ações desejadas e até melhorar o clima organizacional.

Feedback negativo

Também conhecida como feedback corretivo, essa é a modalidade utilizada quando há uma ação ou um desempenho inadequado. Não se trata de uma ofensa, uma punição ou uma acusação. Esse feedback deve ser dado com cuidado, observando bem as palavras e o tom de voz, buscando garantir o bem-estar do profissional que o recebe.

Essa é, na realidade, uma crítica construtiva. Os argumentos precisam ser concisos e baseados em fatos objetivos, não em questões pessoais. Por isso, uma boa ideia é reforçar os pontos positivos antes de falar dos problemas.

Além disso, é indicado escolher bem as palavras para não ter um ar acusatório. Em vez de afirmar “você fez isso” ou “você agiu assim”, fale pela perspectiva: “não compreendi o porquê desse comportamento”, por exemplo. Desse modo, o colaborador tem um maior espaço para se explicar.

Portanto, ouça-o, acolha-o e, ao final, explique qual seria um caminho mais adequado, justificando novamente com fatos concisos. Entenda que esse momento é, por si só, difícil para um colaborador. Tome cuidado para não ofendê-lo, culpá-lo, desmotivá-lo ou deixá-lo inseguro. Não encare como uma reclamação, mas como um momento de troca e aprendizado.

Por fim, lembre-se de não comparar um colaborador com outro nesse momento e não dê feedbacks negativos em público. Assim, você não incita uma competitividade nociva e preserva o profissional.

Feedback construtivo

O nome pode parecer confuso, já que o feedback negativo também deve ser construtivo. A diferença é que, nessa modalidade em questão, não há o apontamento de algo inadequado. São apontados desempenhos positivos, mas são sugeridas formas de ter resultados ainda melhores.

É preciso tomar cuidado para não pressionar ou exigir demais do colaborador nessa categoria. A ideia é apenas dar alguma dica para otimizar o seu trabalho, sem se esquecer de valorizá-lo e mostrar que já há muitos pontos bons.

Feedback de desligamento

Em casos de desligamento, também é preciso compreender o quanto a situação é delicada para o profissional. Os cuidados devem ser os mesmos mencionados no feedback negativo — talvez até com mais atenção.

Não deixe de agradecer ao colaborador, indicar pontos positivos e mostrar que ele contribuiu para a empresa. Dessa maneira, tente não reforçar inseguranças ou desmotivá-lo. Explique os motivos do desligamento, sem ofender, e aponte sugestões para mudanças e melhorias. Tudo isso deve ser feito com muito profissionalismo.

Como dar feedback?

Como já começamos a explicar, existem certos cuidados a serem tomados para um feedback adequado. A seguir, vamos trazer algumas dicas para ajudar nesse processo, evitando situações de estresse e outros problemas, garantindo também o melhor para seus colaboradores. Confira!

Planeje o feedback

A maioria dos feedbacks exige um planejamento para que eles sejam dados da melhor forma possível. Você pode planejar o que dizer e como dizer, por exemplo.

Anote os pontos que devem ser falados para não faltar nada na hora e registre também os dados concretos que serão a base do feedback. Escreva ainda os pontos positivos do colaborador, para não se esquecer de mencioná-los, e as sugestões que serão oferecidas.

Você pode anotar formas adequadas de passar as informações, levando em conta o que mencionamos antes e os cuidados que vamos sugerir logo a seguir. Outra possibilidade é escrever argumentos que talvez sejam necessários, mas isso não significa ficar preso nessas ideias e apenas rebater o colaborador.

Além disso, é indicado pensar no melhor dia e horário para dar esse retorno. De preferência, não ocupe dias em que você ou o colaborador já estão muito atarefados, para não gerar mais estresse ou carga emocional. Tome cuidado, também, para evitar certas datas, como o aniversário da pessoa ou algum dia difícil para ela. Quanto ao horário, é melhor escolher uma parte mais tranquila do dia.

Por outro lado, alguns feedbacks precisam ser dados na hora e, portanto, não há como os planejar. No entanto, fazer essa preparação sempre que possível já o torna mais capacitado até mesmo para os feedbacks espontâneos.

Prepare-se mentalmente

Além do planejamento, você pode se preparar mentalmente para dar o feedback. Tenha claro qual é o objetivo dessa situação, para que ela não se torne um momento de punição e para não misturar questões pessoais. Lembre-se de que não se trata de intimidar o colaborador!

Procure se colocar no lugar da pessoa, compreendendo como o momento é delicado para ele — talvez ele não tenha se preparado e, por isso, pode ter reações inesperadas. Ademais, como os feedbacks ainda são mal interpretados por muitas pessoas, não julgue o profissional. Pelo contrário, busque explicar sobre o que se trata essa ação e deixe-o mais confortável.

Você pode ter o seu planejamento em mãos para ajudar, mas não se prenda a ele. Esteja disposto a ouvir e dialogar, mesmo com algo que não foi previsto. Aqui, olhar nos olhos do seu colaborador é outro ponto bem importante.

Seja objetivo

As dicas que trazemos são muito importantes, mas é preciso tomar cuidado para não confundir o cuidado com as palavras e o planejamento com a atitude de “fazer rodeios”. O feedback não deve ficar dando voltas ou utilizar várias palavras que o tornem prolixo.

É possível ser objetivo sem ser ofensivo ou grosso. Faça uma breve introdução e explique o que está acontecendo. Ficar se delongando só deixa as informações mais confusas e aumenta o medo do colaborador. Inclusive, em um feedback prolixo, talvez ele nem compreenda qual é realmente a questão e as coisas vão se tornar ainda mais complicadas.

Tome cuidado com as palavras e o tom de voz

Você já percebeu que é crucial ter vários cuidados a se tomar com as palavras, principalmente quando se trata do feedback negativo. Contudo, vale reforçar alguns pontos.

Não fale diretamente de características do colaborador, dizendo, por exemplo, que ele é distraído ou grosseiro. Substitua esse tipo de fala por algo mais profissional, como: “quem ocupa esse cargo não deve agir de tal maneira”. Além disso, expressões como “você sempre faz isso’’ ou “você nunca faz aquilo” também não são indicadas, pois passam a impressão de uma acusação.

O tom de voz é outro detalhe importante, que influencia diretamente no efeito do feedback e pode até dar outro sentido às palavras. Ele não deve ser muito duro, dando a impressão de uma bronca — gritos ou uma voz alta demais também não são uma alternativa, obviamente. Por outro lado, um tom infantilizado não é indicado, podendo até ofender o colaborador. Não seja didático demais nem sério demais. Fale demonstrando confiança em si mesmo e na outra pessoa. Isso basta.

Compreenda o colaborador

Ao planejar seu feedback, é interessante pensar no momento de vida que seu colaborador está passando, incluindo aspectos pessoais. Se você sabe que ele está em uma fase difícil, pode levar isso em conta e ter ainda mais empatia para buscar soluções.

Além disso e de compreender que o feedback é um momento de tensão, é importante buscar realmente entender o ponto de vista da outra pessoa. Ao falar da questão, permita que ela fale sobre sua versão da história, sua perspectiva.

Escute e acolha. Quando ambos dão seu parecer, fica muito mais fácil encontrar a solução. Afinal, será levada em conta a demanda do colaborador, buscando um caminho que melhor funcione para ele. Quando não se escuta o outro lado, há muito mais chances do feedback não funcionar, pois, além de desmotivar o colaborador, você pode não perceber alguma questão essencial, que faria toda a diferença.

Busque motivar a outra pessoa

O momento do feedback é delicado, pois é capaz de afetar a motivação do colaborador ou da equipe. É possível, no entanto, utilizar essa situação de uma forma positiva, buscando motivar ainda mais aquela pessoa ou grupo.

Você deve demonstrar, por exemplo, que acredita no seu potencial. Mencionar características que levaram a sua contratação, por exemplo, também é uma maneira de mostrar que a empresa percebe essas qualidades. É claro que isso não deve ser dito como forma de cobrança ou decepção, mas demonstrando valorização e reconhecimento.

Não se trata de soltar elogios ou pontos positivos superficiais: é preciso que essa fala também seja concisa e fundamentada. Uma boa ideia é, ao planejar o feedback, procurar esses pontos e anotá-los.

Mostre-se aberto para ajudar

Não faça parecer que o colaborador está sozinho para resolver a questão. Mostre-se disposto a ajudar, dizendo que ele pode contar com você e que pode tirar dúvidas e pedir dicas, por exemplo. Quando mostramos solidariedade, diminuímos a negatividade do momento e até favorecemos a motivação do profissional.

As questões do feedback visam contribuir para a empresa, então, nada mais justo que estar aberto a apoiar. Essa será, com certeza, uma situação de aprendizado para ambas as partes!

Outra boa ideia é, ao final da conversa, criar junto do colaborador um plano para resolver algum ponto ou melhorar seu desempenho. É importante que esse planejamento esteja adequado para cada profissional, alinhando-o a sua realidade e ao seu perfil. Por isso é tão importante que esse trabalho seja realizado em conjunto.

Como promover a política de feedback na empresa?

Para gerar mais benefícios à organização, é importante que o feedback se torne um hábito. Em uma cultura de feedback, essa prática é frequente, sendo realizada de maneira contínua e periódica.

Se a sua empresa ainda não tem esse costume e você deseja implantá-lo, serão necessários alguns passos, tratando-se de um processo. Vamos explicar algumas dessas etapas a seguir!

Conheça seus colaboradores

Para dar feedbacks de maneira mais acertada, além de considerar as dicas anteriores é preciso conhecer seus colaboradores. Cada um tem um perfil comportamental, suas demandas, ambições e dificuldades, entre outras características.

Quando você considera essas particularidades, encontra a maneira mais adequada de orientar cada um e também amplia sua empatia. Desse modo, o feedback e os planos de ação se tornam mais personalizados. Também vale lembrar que não se trata de favorecer algumas pessoas e prejudicar outras — é importante tomar cuidado para que isso não aconteça.

Promova um ambiente de segurança

Além de fornecer feedbacks também é importante colhê-los. No entanto, muitas vezes os colaboradores têm dificuldade para dar sua opinião, pois se sentem intimidados. Dessa maneira, eles acabam não procurando a gestão quando têm alguma demanda ou não falando o que realmente pensam, quando você os questiona.

Para reduzir esse problema, é preciso encontrar meios a fim de deixar os profissionais à vontade. A liderança não deve ser fechada demais ou intimidadora, por exemplo. Com esse cuidado, você não apenas cria espaço para que as pessoas se expressem como também torna mais fácil para um colaborador receber um feedback — se há relação de confiança com a gestão, é mais provável que ele compreenda o verdadeiro objetivo desse momento.

Aplique treinamentos

A capacitação é algo muito importante para dar feedbacks. Existem treinamentos que podem ajudar nisso, assim como existem aqueles voltados para preparar toda a empresa para essa cultura.

Com esse tipo de prática, os gestores, líderes e colaboradores aprenderão a dar esses retornos e a percebê-los de forma mais natural, ajudando a reduzir a tensão do momento.

Os treinamentos costumam envolver simulações e, às vezes, contemplam até mesmo recursos como a gamificação — o uso de técnicas de jogos para envolver as pessoas por intermédio de desafios constantes e bonificações, enriquecendo contextos diversos.

Saiba definir metas

Para dar feedbacks mais concisos, é importante ter clareza sobre os objetivos de um colaborador ou de uma equipe. É dessa maneira que se verifica, com mais efetividade, o que está correndo bem, dentro do esperado, e o que anda precisando de ajustes. Sem essa definição, os próprios profissionais ficam confusos.

Sendo assim, invista no estabelecimento de metas gerais da empresa, nas metas de cada equipe e em metas individuais. Lembre-se de que é importante que elas sejam mensuráveis e alcançáveis, dentro do período de tempo estipulado. Além disso, elas não devem sobrecarregar os colaboradores, pois isso compromete o seu desempenho e o seu bem-estar.

As metas podem ser criadas levando em consideração as demandas da empresa e, também, as particularidades dos colaboradores. Assim, tornam-se ainda mais realistas. Lembre-se apenas de não exigir demais de uns e pouco de outros, tornando a divisão desigual.

Saiba quando dar feedback a colaboradores e equipes

Em situações que envolvem apenas um colaborador, é importante que o feedback seja dado de forma particular. Assim, você evita comparações e até conflitos empresariais. Isso é exceção apenas em alguns casos, como quando um profissional tem uma boa ideia para o trabalho. O mais indicado, nesse cenário, é cumprimentá-lo individualmente primeiro e depois reconhecê-lo frente à equipe e a outras pessoas.

Em momentos como o do exemplo, é fundamental dar os devidos créditos ao compartilhar a ideia, tudo bem? Caso contrário, o colaborador se sentirá desvalorizado e injustiçado, com razão. Já quando se trata de um feedback coletivo, referente a uma equipe, ele deve ser sempre dado junto a todo o grupo — isso pode ser feito em uma de suas reuniões.

Dê a devida importância ao feedback positivo

Para fechar nossas dicas, vale esse lembrete. O feedback positivo é tão importante quanto os outros e deve fazer parte da sua cultura organizacional da mesma maneira.

Assim, mesmo que grande parte das dicas tenham sido voltadas à modalidade negativa, não se esqueça dele, certo? Com isso, você mantém suas equipes motivadas e reforça o feedback como algo natural.

Quais os benefícios de incentivar o feedback na empresa?

Agora que já apresentamos os tipos de feedback e as dicas para fornecê-los e torná-los contínuos, vamos conversar sobre o que você ganha com tudo isso. São muitos os benefícios de implantar essa prática nessa cultura, afinal. Portanto, para exemplificar, vamos citar quatro das principais vantagens. Confira!

Aperfeiçoamento da comunicação

Quando o feedback é incentivado tanto para gestores quanto para colaboradores, a comunicação na empresa passa a fluir melhor: as pessoas compartilham ideias, expressam e manifestam suas demandas, o que permite otimizar o trabalho e sempre investir em desenvolvimento.

Aumento da satisfação

Quando os colaboradores são incentivados e acolhidos para dar ideias e opiniões, falando também de suas demandas, eles se sentem mais valorizados. Isso contribui para sua satisfação com a empresa, sua motivação e, consequentemente, seu engajamento com a organização e a redução do turnover. Pode-se dizer que até mesmo os resultados saem favorecidos!

Melhora do clima organizacional

Uma boa comunicação e uma relação de confiança fazem toda a diferença para o clima organizacional. Isso porque os colaboradores ficam mais felizes ao receberem feedbacks positivos. Além disso, tornam-se mais seguros ao se comunicarem melhor com a gestão, por exemplo.

Amadurece a cultura organizacional

Não podemos nos esquecer de que cada um desses elementos faz parte da cultura organizacional da sua empresa. Portanto, quando o feedback é implantado adequadamente, a cultura se torna mais madura e reforçada. Esse hábito permite ainda identificar formas de tornar suas práticas mais eficientes e direcionadas, contribuindo para seu desempenho como um todo.

O feedback é um instrumento de aprendizado e desenvolvimento, tanto para uma empresa quanto para um profissional. Chegou a hora de transformarmos nossa visão sobre ele e começarmos a aproveitar suas vantagens, cuidando sempre para implantá-lo adequadamente. Se você vai implementar essa cultura na organização, converse com os colaboradores e apresente-lhes essa perspectiva, lembrando que é um processo e, portanto, exige tempo.

O que achou deste guia sobre a prática do feedback nas empresas? Esperamos que tenha gostado! Para mais dicas e conteúdos como este, não deixe de assinar nossa newsletter — lá você recebe as nossas novidades e posts em primeira mão!

Lembre-se de compartilhar este artigo!

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Receba as últimas novidades sobre treinamentos e desenvolvimento humano

tudo sobre desenvolvimento de pessoas, capacitação & RH.

Mais do Portal

impacto socio econômica das organizações na sociedade

O impacto das organizações na sociedade

Comumente devido ao dia dia esquecemos da importância que uma empresa tem na sociedade. Você que possui uma empresa, já parou para pensar do papel importantíssimo que você está desempenhando? Indiferente do tamanho da sua empresa, ela exerce um papel fundamental na sociedade.

Conheça um de nossos treinamentos pela voz do nosso CEO.
Vídeo online sem interação humana.

Assistir agora

Fique por dentro dos próximos treinamentos, webinários ao vivo e programe-se para participar de algum deles no melhor momento para você.

Agendar

Quer mais informações?
Descubra como o Google, Facebook, Bradesco, Syngenta e outros clientes tem investido na formação de seus líderes e como você pode trazer nossas metodologias para sua empresa.

Solicitar contato