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Síndrome burnout: como controlar esse problema

Equipe Aspectum
27/12/2022
Síndrome burnout: como controlar esse problema

O ambiente de trabalho, quando não é saudável, pode desencadear uma série de problemas para os colaboradores, tanto físicos quanto mentais. Entre esses problemas está a síndrome Burnout, um transtorno de esgotamento físico e mental desencadeado por um trabalho com altos níveis de pressão, estresse e ansiedade.

Buscar meios e estratégias de proteger os seus colaboradores e evitar que esses problemas se instalem na equipe é importante para qualquer empresa. Afinal, esse é um dever ético e legal das organizações com os trabalhadores que atuam nela. Portanto, ajudar no controle do Burnout é essencial para a sua empresa.

Quer saber como fazer isso? Então, continue a leitura e descubra agora mesmo!

Afinal, o que é a síndrome Burnout

A síndrome Burnout é um transtorno psiquiátrico vinculado ao trabalho que tem como principal característica o esgotamento emocional, vinculado a uma série de outros sintomas.

Para entender melhor, é necessário que você saiba que "burnout" significa, em termos gerais, queimar de dentro para fora. Esse nome diz respeito à principal característica dessa síndrome que é exatamente a sensação de queima de todas as energias, esgotamento, sensação de que vai explodir a qualquer momento.

As causas do Burnout

A síndrome Burnout é uma doença vinculada ao trabalho, o que significa que as suas principais causas estão no ambiente organizacional. Porém, não é todo ambiente e condição de trabalho que desencadeia esse transtorno, sendo que ele tem causas mais vinculadas à pressão extrema e desgaste do profissional.

Dessa forma, as principais causas da síndrome Burnout são um trabalho que gera altos níveis de estresse, ansiedade e pressão. Isso é ainda mais intenso quando se fala em profissões que lidam diretamente com outras pessoas, como é o caso de profissionais da saúde, policiais ou professores.

Para entender melhor como essa síndrome se desenvolve, imagine uma pessoa que trabalha em um posto de saúde. Esse trabalhador precisa lidar, todos os dias, com pacientes que precisam de ajuda urgente e pessoas que estão estressadas por precisarem de atendimento. Ao mesmo tempo, pode não ter acesso a todos os recursos necessários para atender a todos e ainda ser cobrado pela gestão por atingir metas e indicadores extremamente desafiadores.

Dessa forma, o profissional sente o estresse e a pressão de todos os lados, incluindo pacientes, gestores, colegas de trabalho e, inclusive, a própria consciência. Enquanto essa situação se repete, a sensação de estresse, ansiedade e frustração vão se intensificando, o que, ao longo do tempo, pode dar origem à síndrome Burnout.

Com isso, fica mais perceptível que o Burnout é uma síndrome que é gerada por essa exposição a uma situação de estresse e tensão por um longo período de tempo. Os trabalhadores vão se desgastando até chegarem nesse pico no qual “explodem” e não são mais capazes de realizar as suas atividades. A sensação de desgaste e cansaço é tão intensa que se expande para além da situação de trabalho, atingindo também outros aspectos da vida do profissional.

Os sintomas da síndrome Burnout

Como você pode perceber, a principal característica da síndrome Burnout é o esgotamento emocional e, inclusive, físico do trabalhador. Porém, existem outros sintomas que podem estar presentes nesse transtorno, intensificando o quadro.

É comum, por exemplo, observar mudanças bruscas no humor desse profissional. Aquele colaborador que antes era bem-humorado e simpático, pode mudar rapidamente e se tornar, em algum momento, agressivo, irritado ou isolado dos colegas.

Outro sinal que pode indicar que a síndrome Burnout está presente é a dificuldade de concentração nas atividades diárias e, até mesmo, problemas de memória. Além de não estar disposto a realizar as suas atividades, o trabalhador também têm dificuldades de se concentrar para terminá-las, trocando de tarefas constantemente.

Por fim, vale destacar que o trabalhador com Burnout também pode sentir outros sintomas emocionais, como ansiedade, depressão, pessimismo e baixa autoestima. Isso também pode ser refletido em comportamentos dentro da empresa, como ausências constantes ou adoecimentos frequentes.

A nova classificação da síndrome Burnout pela OMS

Em 2022, houve uma mudança na classificação da síndrome Burnout de acordo com a OMS. Isso porque esse transtorno deixou de ser visto como uma síndrome com múltiplas causas para ser vista, oficialmente, como uma doença ligada ao trabalho.

Para entender o que aconteceu, é importante que você saiba que existe um manual de classificação de doenças no qual estão incluídas todas as doenças e transtornos já registrados. Esse manual é chamado de CID e cada doença tem um determinado código (CID-11, CID-25, CID-10), ligado à posição na qual ela está registrada. É o CID que orienta o diagnóstico e tratamento em todo o mundo.

Dessa forma, em janeiro de 2022, a síndrome Burnout passou a ser classificada, no CID, como uma doença ocupacional pela OMS. Ou seja, agora essa doença é, oficialmente, um transtorno relacionado ao trabalho, sendo essa a forma oficial de registrá-la.

Mas, o que isso muda? Na prática, os sintomas, diagnósticos e tratamentos tiveram poucas mudanças. Porém, ser registrada, oficialmente, como um transtorno ocupacional, traz uma série de avanços para os trabalhadores acometidos com essa síndrome. Afinal, agora eles têm respaldo legal para mostrar que o transtorno que desenvolveram teve origem no trabalho, podendo receber os auxílios e assistência relacionada a essa circunstância específica.

Além disso, essa classificação faz com que as empresas tenham mais consciência sobre as suas responsabilidades no cuidado dos colaboradores. Afinal, fica claro que o ambiente e a organização do trabalho são capazes de afetar negativamente a saúde mental dos trabalhadores, o que mostra o quão importante é que as empresas desenvolvam políticas e estratégias de cuidados nesse aspecto.

Diferenças entre Burnout, depressão e estresse

Uma outra dúvida que deve ser esclarecida quando se fala em síndrome Burnout é a diferença entre esse transtorno, a depressão e o estresse. Para isso, é necessário entender o que é cada um desses problemas e quais são as especificidades que os diferenciam.

A síndrome Burnout, como você pode perceber, é uma doença que tem como causa o ambiente e a organização do trabalho, sendo caracterizada, principalmente, pela sensação de esgotamento mental e físico. Já a depressão é um transtorno psíquico que tem múltiplas causas. Isso significa que ela pode ser influenciada por situações do trabalho, mas suas causas também envolvem outros fatores.

Vale destacar que o Burnout e a depressão podem ter sintomas semelhantes e, inclusive, estarem associados. Isso significa que uma pessoa pode desenvolver os dois transtornos simultaneamente, o que gera ainda mais complexidade para o seu caso. Porém, eles não são a mesma coisa, existindo particularidades nas causas e diagnósticos de cada um deles.

O estresse, por sua vez, não é uma doença ou transtorno, mas sim uma reação fisiológica do ser humano. Ele é uma cadeia de reações que o corpo exibe quando algo inesperado acontece, envolvendo taquicardia, sudorese, dilatação da pupila, entre outros.

Vale destacar que o estresse é um sintoma do Burnout. Ou seja, apesar de não serem a mesma coisa, o conjunto de reações fisiológicas denominado como "estresse" é um sintoma dessa síndrome. Ele também pode estar relacionado à depressão, apesar de essa relação ser um pouco menos comum do que no primeiro caso.

Tratamento da síndrome Burnout

Diante da gravidade desse problema, é importante que você entenda, também, quais são os principais tratamentos para a síndrome Burnout, não é mesmo?

O principal tratamento oferecido é a psicoterapia. Afinal, é nesse processo que o trabalhador vai entender quais são os elementos que estão gerando o adoecimento no trabalho e qual a melhor forma de lidar com eles. O afastamento do trabalho por determinado período de tempo também pode ser importante, assim como o tratamento com medicamentos, caso isso seja indicado pelo médico psiquiatra.

Vale destacar que, apesar de ser essencial o suporte e tratamento do trabalhador acometido pelo Burnout, também é essencial que a empresa tome providências relacionadas ao ambiente de trabalho. Afinal, se essa é uma doença relacionada ao trabalho, esse contexto precisa ser modificado para que deixe de ser adoecedor para os profissionais.

Portanto, é essencial que, caso você perceba que há algum trabalhador com sinais de Burnout na organização, você busque identificar as principais causas e modificá-las. Se o profissional está adoecendo, é porque algo está errado com o ambiente e a organização do trabalho. Portanto, mudar o contexto organizacional é um imperativo, sendo essencial para que esse problema seja combatido.

Crescimento de casos de Burnout na pandemia

Vale destacar que, quando se fala em Burnout, a pandemia representou um contexto que trouxe grande agravamento desse quadro no Brasil e no mundo. E isso se deu em diversos contextos.

No caso dos profissionais de saúde, por exemplo, que já são uma categoria profissional bastante acometida pela síndrome Burnout em tempos "normais", está ainda mais vulnerável a esse problema durante a pandemia de COVID-19. Afinal, esses foram os profissionais que tiveram que lidar com a linha de frente da doença, tratando os pacientes, enfrentando hospitais lotados e altos níveis de pressão e estresse. E essa situação continua acometendo os médicos até os dias de hoje, gerando um aumento no número de profissionais acometidos com o Burnout.

Mas não foram só os profissionais de saúde que sofreram com o Burnout na pandemia. Estudos indicam que outras categorias profissionais também sentiram o efeito dessa situação, com um grande aumento no número de casos.

Isso se deve, principalmente, à necessidade de implementação do home office em muitas empresas. Afinal, essa situação reduziu a divisão entre esfera profissional e pessoal em um momento no qual todos estavam mais vulneráveis, uma vez que estavam enfrentando uma situação totalmente nova e inesperada. Além disso, o home office nem sempre foi implementado de forma adequada, sendo que isso pode ter intensificado a necessidade de trabalho dos colaboradores, aumentando as chances de desenvolvimento da síndrome Burnout.

Vale destacar que essa situação fica ainda mais evidente para a geração Z que assume cargos de liderança nas empresas. Isso significa que, mesmo entre jovens, que já estão acostumados com o uso da tecnologia no dia a dia, o trabalho home office intensificou as atividades desenvolvidas por ele, desencadeando quadros de Burnout.

Sintomas que o gestor de RH deve ficar atento

Como você pode perceber, a síndrome Burnout é um problema muito grave para empresas e colaboradores. Vale destacar que ele está diretamente relacionado com a situação de trabalho e o ambiente da empresa, sendo que a área de recursos humanos tem papel fundamental na hora de identificar o Burnout entre os colaboradores e combater esse problema na organização.

Mas, você sabe quais são os sinais aos quais deve ficar atento dentro da empresa? Se não, veja agora alguns dos sintomas que podem indicar que o trabalhador está desenvolvendo a síndrome Burnout:

  • sensação de esgotamento;
  • cinismo ou sentimentos negativos em relação ao trabalho;
  • produtividade reduzida;
  • faltas e atrasos constantes;
  • dificuldade de entregas no prazo por parte dos colaboradores.

Diante desses e outros sinais, converse com os colaboradores de forma a entender se eles estão desenvolvendo esse problema. Nesse sentido, ainda vale destacar que a síndrome Burnout é desenvolvida em fases. Portanto, entender quais são esses momentos é essencial para que você seja capaz de identificar o problema desde o início, combatendo-o antes de tenha consequências mais graves para a empresa e a equipe.

Continue a leitura e veja quais são as fases do Burnout e os fatores que podem desencadeá-lo na empresa:

Fases da síndrome Burnout

O Burnout é desenvolvido, geralmente, a partir de três fases. Quanto mais rápido você identificar esse problema na empresa, mais eficiente é o combate e menor é o sofrimento por parte dos colaboradores. Portanto, veja agora as três fases do desenvolvimento dessa síndrome:

Primeira: Hiperprodutividade

Quando se fala em esgotamento, a maioria das pessoas já pensa em cansaço, queda de produtividade e falta de motivação. Apesar de essas serem características importantes da síndrome Burnout, não são as primeiras a aparecer. Na verdade, o que acontece é que inicialmente o primeiro sinal desse problema é exatamente o contrário: a hiperprodutividade.

Isso porque, muitas vezes, as pessoas começam a perceber que estão sendo mais demandadas do que dão conta de entregar. Nesse momento, elas buscam lidar com essa sobrecarga dedicando mais tempo e energia para solucionar os problemas. A produtividade aumenta, assim como a sensação de motivação e engajamento no trabalho.

A tentativa do corpo aqui é compensar a alta demanda e a pressão. Para não sentir a culpa de não dar conta, há um aumento nos níveis de energia e engajamento. Mas isso não se mantém ao longo do tempo, o que dá origem à segunda fase.

Segunda: Agressividade

Após o pico de produtividade, o corpo começa a não ser capaz de suportar a demanda. Porém, ainda há uma tentativa de dar conta de tudo, e uma das principais reações emocionais em relação a essa situação é a agressividade.

Você pode observar, portanto, que o trabalhador se torna mais agressivo com as pessoas ao redor. Ele fica irritado com pouca coisa, começa a responder mal os colegas e líderes e experimenta mudanças de humor rápidas. A ansiedade e estresse são outras características que costumam acompanhar o trabalhador nessa fase.

Terceira: Exaustão

Por fim, chega a terceira fase do Burnout: a exaustão. Nesse momento, o corpo esgota todas as energias e o colaborador não é capaz de realizar as entregas que deveria. Ele se sente frustrado, ansioso e triste, mas não tem energia física e mental para realizar as suas atividades.

E isso se estende, inclusive, para as atividades menos complexas. A exaustão aqui é tão intensa que ele pode não ter forças para realizar atividades operacionais, como responder mensagens e e-mails ou preencher uma planilha simples. Geralmente, ele se isola e a tendência é que aumente a frequência de atrasos e faltas no trabalho.

Fatores que desencadeiam a síndrome Burnout

Como você já sabe, a síndrome Burnout é um transtorno causado pelo trabalho. Mas não é todo trabalho que leva ao esgotamento, não é mesmo? Existem situações e contextos que favorecem e levam ao desencadeamento desse problema. Veja agora quais são as principais delas:

Carga horária

Em alguns períodos de maior demanda na empresa, pode ser necessário que os colaboradores fiquem após o horário de trabalho para terminar as atividades. Porém, quando essa situação se repete com frequência, pode se tornar um contexto favorável ao desencadeamento do Burnout.

Prazo de entrega curtos

Os prazos de entrega precisam ser condizentes com as necessidades da tarefa de forma a permitir que o colaborador realize as atividades com tranquilidade. Caso contrário, ele pode sofrer de altos níveis de estresse e ansiedade por entender que o prazo está muito menor do que deveria. Isso também auxilia no desenvolvimento de Burnout dentro da empresa.

Insegurança em relação à estabilidade no emprego

Uma outra situação que favorece a síndrome Burnout é expor os colaboradores a situações que geram insegurança. E isso é muito comum quando há ameaças constantes em relação ao emprego do profissional. Ou seja, quando a empresa não garante a estabilidade e demite colaboradores sem motivo aparente, o trabalhador fica exposto, o tempo todo, a uma situação na qual não sabe até quanto terá emprego, o que gera altos níveis de estresse e, consequentemente, Burnout.

Falta de objetividade e clareza na solicitação de tarefas

A sensação de não ser capaz de realizar determinada tarefa também contribui para o desenvolvimento de Burnout. E isso pode ser desencadeado por ausência de clareza nas solicitações. Afinal, quando o gestor é muito vago e não explica ao colaborador o que ele efetivamente precisa fazer, ele se sente perdido e, muitas vezes, incapaz. Manter esse sentimento ao longo do tempo pode gerar síndrome Burnout.

Comportamentos abusivos de chefes

O comportamento e a relação que os colaboradores estabelecem com seus chefes também é essencial para a manutenção da saúde mental. Dessa forma, quando há situações de violência, física ou psicológica, assim como comportamentos e hábitos abusivos, há maiores chances de que o trabalhador desenvolva Burnout.

Desrespeito ao horário comercial de trabalho

Sabe as mensagens de trabalho que chegam no sábado à noite e domingo diretamente no celular do trabalhador? Pois elas também podem ser um fator importante no desencadeamento da síndrome Burnout. Afinal, isso faz com que o colaborador tenha dificuldades para se desligar do trabalho, aumentando os níveis de estresse.

O que a empresa pode fazer para ajudar a evitar esse problema?

Como você pode perceber, a síndrome Burnout é um grave problema, tanto para os trabalhadores quanto para a empresa como um todo. Veja agora algumas das principais ações para combater e evitar o Burnout no seu ambiente de trabalho.

Orientar equipes para lidar com o colaborador

Identificou algum colaborador com síndrome de Burnout na empresa? Então é hora de investir na orientação do time. Mostre para a equipe o que significa esse problema e qual a melhor forma de lidar com o trabalhador e auxiliá-lo a passar por esse momento difícil, oferecendo todo o apoio necessário.

Vale destacar que é essencial combater o problema pela raiz. Portanto, identifique as causas dentro da empresa e crie planos de ação para combatê-las.

Realizar campanhas internas

Investir em campanhas de conscientização também é uma ótima forma de evitar esse problema. Crie momentos para mostrar aos colaboradores e líderes o que é o Burnout e quais são os sinais desta síndrome. Também conscientize sobre os cuidados necessários para evitar situações que favoreçam o aparecimento do problema.

Investir em treinamentos e capacitações

Capacitar colaboradores e lideranças para criarem um ambiente de trabalho seguro psicologicamente e saudável é essencial para combater o Burnout e outros problemas. Dessa forma, investir em treinamentos e capacitações pode ser uma estratégia central.

Para isso, busque capacitações que trabalhem a criação de um ambiente de trabalho agradável e a liderança positiva dentro da empresa. Treinamentos de comunicação, por exemplo, podem ser grandes aliados. Além disso, também é importante capacitar os trabalhadores para investir em uma produtividade consciente, evitando frustração devido à cobranças fora da realidade.

Com esse artigo, você descobriu tudo sobre a síndrome Burnout, desde o seu desenvolvimento até os sintomas e formas de combatê-la. Como você já sabe, investir na saúde mental do seu time é essencial para qualquer empresa, sendo essa uma obrigação ética e legal da organização. Portanto, comece agora mesmo a colocar as nossas dicas em prática e combata esse e outros problemas dentro do seu negócio!

A Aspectum pode ser sua maior aliada na hora de promover um ambiente saudável dentro da empresa. Entre em contato com a gente agora mesmo e conheça as nossas soluções!

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